terça-feira, 27 de julho de 2010

Copo comestível?




Imagine uma festa bem badalada, com drinks servidos em copos especiais. Tão especiais que seus convidados podem comê-los. Sim, sim, isso existe e o nome é Jelloware, um copo comestível, feito de alga, com diferentes sabores e cores que realçam o drink. E o melhor de tudo é não ter que juntar aqueles descartáveis horrorosos e nem lavar os de vidro, né? Ah, e tem um detalhe, se o convidado não quiser comer o copo pode jogar na grama, a alga tem nutrientes que fazem bem ao solo.
O Jelloware foi desenvolvido pela The Way We See The Wolrd, uma empresa de consultoria de projetos sediada em Nova York. Mas será que o produto chega por aqui? Curti!


Uma ótima pedida

Para quem curte uma sopa quentinha, bem temperada e encorpada, o Sopa Quente é o céu na Terra. O restaurante funciona na Rua Capitão Rebelinho, numa casa que serveria bem de locação para filme infantil de tão pequena, mas muito agradável.

No cardápio mais de 20 opções de sopas, além de chá, um café com leite que é tudo de bom entre outras coisinhas mais. Aliás, se me permitem uma sugestão, a sopa de palmito é deliciosa, vale a pena provar. Eu curti e indico.

Sopa Quente
Rua Capitão Rebelinho, 735
Informações: 3325-4903

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Prêmio HSBC Solidariedade

Acontece hoje, no showroom do Le Parc Boa Viagem, a entrega do prêmio Instituto HSBC de Solidariedade, que vai homenagear o Projeto Mentoria, que promove concertos gratuitos da Orquestra do Movimento Pró - Criança em Pernambuco.

O evento é aberto ao público e terá apresentação da Orquestra. Uma boa oportunidade para quem quiser conhecer esse trabalho de perto.


Serviço:
Data/hora: 22 de julho, às 19h
Local: Le Parc Boa Viagem
Av. General Mac Arthur (continuação da Av. Antônio Falcão)

A insanidade no palco do Santa Isabel




Nada de erotismo exagerado nem corpo nu. A peça Calígula, de Albert Camus, com direção de Gabriel Vilella, traz neste fim de semana ao Teatro Santa Isabel, Thiago Lacerda na pele de Calígula que, no máximo, apalpa sua amante Cesônia, interpretada pela atriz Magali Biff. Portanto quem esperava encontrar cenas de organia como as do clássico filme de Bob Guccione esqueça.


O espetáculo trata da insanidade do imperador romano que, na visão de Camus, foi desencadeada pela morte de sua irmã e amante Drusilla. Aliás, insanidade muito bem interpretada pelo protagonista, que me surpreendeu. Assisti à peça ano passado, no Sesc Pinheiros, em São Paulo, e confesso que não espereva muito de Thiago Lacerda no palco, mas o que vi foi uma excelente atuação.


Então quem quiser curtir um ótimo programa neste fim de semana vale a pena ir ver Calígula. E se ainda resta alguma dúvida sobre o brilhante texto de Camus, confira um trecho da peça:


Calígula: "...Oh! Cesônia, eu sabia que podíamos desesperar, mas ignorava o que essa
palavra queria dizer. Acreditava, como toda a gente, que estar desesperado era
uma doença da alma. Estava enganado, o corpo é que sofre. Doem-me, os
membros, a pele, o peito. Tenho a cabeça vazia e o coração sobressaltado. Mas o
mais horrível é este gosto na boca. Não a sangue, nem a morte, nem a febre, e a
tudo isso ao mesmo tempo. Basta que mexa a língua para que tudo se torne negro,
para que os seres me repugnem. Como é duro, como é amargo a gente tornar-se
homem!"



Serviço:

Teatro Santa Isabel - Recife/PE

De 23 a 25 de julho

às 21h

Informações: 3207-6161

Entrada: R$ 60,00 inteira e R$ 30,00 meia